Que tipo de apaixonado seria eu se a esquecer, que tipo de amante eu seria se um machucado profundo não tivesse. Dói como nunca doeu, tento te esquecer e tudo tenta me ajudar, no computador suas fotos não aparecem meus amigos nem mais se lembram de você e o tempo, bom o tempo faz a parte dele e, mesmo assim da minha mente esse lido rosto não desbota em um momento quero te esquecer já em outro por ti sofro meu coração dói de um jeito que ninguém entende, mas como alguém poderia entender? Como esses seres humanos poderiam entender se nem eu que te amo entendo?
Perguntas tolas faço para um nada um nada que parece estar tão vazio quanto eu.
Sonhos nascem com teu rosto, sonhos acontecem quando descanso a noite, sonhos são a minha prisão, sonhos são meu orvalho, sonhos são a minha dor, meu amor, são como a lua e as estrelas que embelezam o céu na linda noite, mas quando por inveja o sol nasce elas se despedem de mim como se tivessem medo quando quem deveria de ter medo é o sol por conter uma face ignorante que brilha mais que tudo, mas não é adorado nem pelos criminosos e assaltantes quanto menos pelos poetas e amantes.
Tua face bela lua, esta sempre branca como se estivesse triste, como se amor em ti não haverá se é que isso é possível em tal suave brilho.
Falo da lua como se ela chorasse, quando quem se entristece quando não a vê sou eu, sou eu que fico aqui a escrever sobre essa tal dor registrada e que se nomeia tristeza que atinge a mente de quem sonha e o coração de quem vive.
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