era do escuro que saiam as palavras
era do nada que brotava as lágrimas
de um certo menino sem coração
de um certo mendigo sem papelão
é a noite quem o culpa
e o escuro quem o condena
diante de lágrimas sorria
diante de sorrisos eu o temia
senhor do escuro
senhor do medo
enrolavas-se no branco
para mergulhar no negro
espuma também não o limpava da culpa
nem coberta livrava do frio
senhor q chorava
trançava a vida
mas não dava nó no tempo
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário